BROKEN

Me deixe em paz. Quero aparecer nos bares sozinha, beber meus drinks sozinha, ouvir Jake Bugg para entrar no clima. Sim, eu gosto de ir sozinha nos bares, gosto de ficar com meus pensamentos e, sim, têm dias que eu simplesmente não quero um homem na minha cola.

Eu bebo sozinha e não me envergonho, meus pensamentos, muitas vezes, são minha melhor companhia. Eu ouço rock, eu gosto de drinks e de uma bela cerveja, eu conheço bares e eles podem se tornar meu refúgio numa dessas noites em que meu estado interno é um sei lá misturado com não sei. Sabe esses dias que você não quer saber de nada, além de você mesma?

O álcool juntado com a música formam a combinação perfeita e me envolvem de uma maneira surreal. Muitas vezes, me envolvem mais do que os homens. É aquele momento em que nada mais importa. Parece cena de filme. Eu me imagino naquele bar depois de um dia daqueles, sentada no balcão, tomando minha cerveja e aquele rock. Desse jeito me sinto ouvindo (de novo) Jake Bugg. Me vejo em um longa como, por exemplo, CBGB, ou Begin Again (Mesmo Se Nada Der Certo).

Aquele momento (que na verdade são horas) é único, é meu. Eu estou no comando e sei bem o que eu quero. Sei também se quero alguém, ou se quero distância, sei se quero mais cerveja, sei se quero ir embora, ou se vou virar a noite.

Aquele momento é meu, aquele momento sou eu.

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