Interminável (até começar de novo)

Tudo o que eu quero é um gesto simples, ou palavras simples. São estas as coisas que me fazem sorrir. Você não precisa mostrar ao mundo, precisa mostrar para mim. Às vezes eu fico esperando, pensando se talvez eu não estou exagerando. Às vezes me pergunto se sou eu que faço demais ou você que faz de menos. Não sei, mas talvez eu faça isso porque me importo. Eu não duvido que você se importa, mas você pensa menos que eu, aceita mais.

Acho que eu só queria um pouco mais daquele seu tempo pra mim. Apesar de tudo, eu não consigo ficar indiferente diante de você, eu tento dar o meu máximo, mas a sua cabeça parece estar em outra dimensão. Nas nuvens, talvez, ou na China.

Será que estamos conectados? Mesmo com tantos recursos para evitar a distância, sinto que cada dia mais o mar de compromissos e distrações faz ondas que nos afastam e ficamos perdidos numa imensidão, tentando pedir ajuda, mas é em vão. Quando você me manda um sinal de vida, sei que está bem e fico mais tranquila, mesmo sendo rodeada por tubarões famintos do meu tempo e da minha atenção.

Hoje, mais uma vez, estamos nessa situação. É difícil ficar assim e não poder fazer nada, nem falar. Sabe que eu não falo, eu recuo, guardo no meu coração e rezo para Deus me ajudar a triturar esse sentimento (ou pelo menos ser notada), até a hora que acontece de novo. E assim eu vou, mesmo sabendo que a minha mente é traiçoeira, mas você sabe como eu sou, eu exagero um pouquinho, complico as coisas e sofro de ansiedade. Mas vamos deixar baixo…

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