De onde vem e para onde vai?

Quanto vale a busca incessante por algo que você nunca encontra? Vale a pena continuar buscando? Já ouvi muito se dizer que você só encontra quando para de procurar. Não sei até onde isso é verdade, talvez em algumas situações, mas aqui não se aplica. Aqui, quanto menos eu procurar, mais para longe ela se vai. Ela parece não querer me dar atenção, ou talvez esteja se escondendo dentre os escombros.

Sim, eu disse escombros. Isso porque tem uma parte que parece estar completamente destruída. Algo que vai levar um bom tempo para se reerguer. Isso é drama demais, eu sei. Eu já me peguei pensando se tudo isso vale realmente a pena, se essas palavras não são pesadas demais para carregar pra lá e pra cá. É por isso que as despejo aqui. Libero todos os tipos de sentimentos e deixo que as palavras façam seu próprio caminho, fluindo neste rio de textos que formam um mar de sensações.

Enquanto não a encontro, mantenho esses sentimentos guardados até a hora de ela chegar junto com uma onda e desaguar nos meus dedos. Só assim posso colocar tudo para fora. Só assim não precisarei guardar por tanto tempo. Eu sei que devo buscá-la, ir até onde for necessário para achar sua fonte, ou apenas um punhado de sua imensidão. Eu sei, é só assim.

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